MARCOS ARQUITETÔNICOS

A comunidade húngara, como todas as outras, ao chegar a essas novas terras, procurou sempre aglutinar-se em torno das igrejas que construiu. Assim, São Paulo tem hoje pelo menos quatro marcos arquitetônicos que refletem os vários grupos que chegaram da Hungria em épocas diferentes.

IGREJA SANTO ESTEVÃO
Vila Anastácio


A região de Vila Anastácio é um dos primeiros destinos de imigrantes húngaros em São Paulo, e é lá que moram ainda muitos descendentes de húngaros. Santo Estevão foi o primeiro rei católico da Hungria e foi canonizado por cristianizar seu país e seu povo.

IGREJA CRISTÃ REFORMADA HÚNGARA
Praça János Apostol (Rua Domingos Rodrigues, 306)
Lapa


A igreja reproduz uma construção típica da Transilvânia, região historicamente húngara, que hoje faz parte da Romênia.

COLÉGIO SANTO AMÉRICO, MOSTEIRO SÃO GERALDO E IGREJA SÃO BENTO DO MORUMBI
Rua Santo Américo, 275
Morumbi

O conjunto é formado pelo colégio, pelo mosteiro e pela igreja, e foi feita construir por padres beneditinos de origem húngara, que sempre tiveram a vocação do ensino. Hoje o Colégio Santo Américo é um dos mais tradicionais da cidade


PRAÇA DO POVO HÚNGARO
Aclimação

A praça localizada na avenida Luís Gomes Cardim Sangirardi, na Aclimação, recebeu no ano de 2000 o nome de Praça do Povo Húngaro, em uma homenagem da cidade de São Paulo aos 1000 anos de fundação da Hungria. Nesta praça se erigiu a ESTÁTUA DO PRÍNCIPE ÁRPÁD, um alto-relevo em bronze sobre mármore que homenageia o príncipe que, no ano 896, conquistou a região onde hoje se localiza a Hungria e fundou a primeira dinastia de reis húngaros.